A Dryad e o Lobo
Do tempo em que os homens e tudo que era vivo falavam
Do fundo do amor que tudo cria
salta Dryad, sua árvore
um sorriso, um convite, um pedido
Protege minha árvore Lobo
protege como proteges esses que agora vieram a corta-la
Ela ja era minha casa Lobo
antes que eles a tomassem.
Te vejo ja velho lobo
sem matilha...
mas sinto tua força
protege minha arvore
e serei sua.
Tenho presas criatura...
Bebo sangue e como a carne
como podem tuas palavras de seiva
viverem todo tempo?
Quando morre tua arvore...
Quando o chão fica branco
Um sorriso, e a beleza viva da Dryad
envolve todos os sentidos do Lobo...
Minha árvore nunca morre ...
ela é como eu sente frio e se encolhe...
mas tu podes aquecer com teu pelo Lobo
não seras a parte da minha casa
mas tua casa aqui...
Ja tenho muitas passagens pelo frio
criatura...
Logo meus ossos estaram na terra
que bem posso fazer a ti
quardando tua árvore?
Beija meus labios Lobo
eu sei que podes...
da seiva que nunca esperimentou
viverás da força da floresta que nunca acaba
estarei contigo, e serei sua e seras meu...
A Dryad e o Lobo se beijam...
E os homens não cortam a árvore
E o Lobo não morre
nem diz a ninguem sobre a Dryad
porque nunca um velho Lobo
amou tanto o espirito de uma árvore.
Marcio
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